PRELÚDIO
O que sinto é extranho,
é algo que sufoca o peito
é um delírio, é um sonho.
Um sonho que molha o leito.
O que sinto é extranho.
Que sentimento? Amor? Paixão?
Para o que sinto, não tenho definição.
O que sinto é como um sonho
que invade a emoção.
O que sinto não é direito,
não é emoção, não é paixão.
Não me esvazia o peito.
O que sinto, não sei definir;
é algo extranho; só sei sentir.
Edmar Filho (1990)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
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